Updates from dezembro, 2010 Toggle Comment Threads | Keyboard Shortcuts

  • richieri 7:20 on 03/12/2010 Permalink | Reply
    Tags: constelações familiares, cura, nataraja, , terapia   

    Constelações Familiares hoje em Sorocaba 

    Gostaria de convidar meus amigos(as) à participar e conhecer uma das melhores terapias que já presenciei, que acontecerá hoje (sexta 03/12/10), às 19h no Nataraja em Sorocaba! O evento de hoje conta com a direção de um dos maiores especialistas do assunto no Brasil, o terapeuta Almir Nahas.

    A “Constelação Familiar” consiste em um método no qual um cliente apresenta um tema de trabalho e, em seguida, o terapeuta solicita informações factuais sobre a vida de membros de sua família, como mortes precoces, suicídios, assassinatos, doenças graves, casamenos anteriores, número de filhos ou irmãos.

    Com base nessas informações, solicita-se ao cliente que escolha entre outros membros do grupo, de preferência estranhos a sua história, alguns para representar membros do grupo familiar ou ele mesmo. Esses representantes são dispostos no espaço de trabalho de forma a representar como o cliente sente que se apresentam as relações entre tais membros. Em seguida, guiado pelas reações desses representantes, pelo conhecimento das “ordens do amor” e pela sua conexão com o sistema familiar do cliente, o terapeuta conduz, quando possível, os representantes até uma imagem de solução onde todos os representantes tenham um lugar e se sintam bem dentro do sistema familiar.

    É impressionante! Através dos representantes e a relação dinâmica de tempo, espaço e emoções entre ele, é possível ter um novo entendimento sistemico do que está ocorrendo na vida do paciente.

    Participe uma vez! O evento de hoje é gratuíto para quem quiser participar como representante. Você também pode contribuir com até R$ 30,00 se desejar.

    Veja o endereço e outras informações no site do Nataraja.

     
  • richieri 16:39 on 13/09/2010 Permalink | Reply
    Tags: aprendizagem, , informal, learning,   

    Primeiro encontro Panamericano da Rede de Conversações Informais 

    Transmissão que fiz utilizando o Twitcam e o Ubuntu Studio :-)

     
    • Lamara Bassoli 16:22 on 21/09/2010 Permalink | Reply

      Olá, gostaria de assistir ao video

  • richieri 9:13 on 25/07/2010 Permalink | Reply
    Tags: , davila, dinamica de sistemas, habitar humano, leis, , ximena   

    Noções sistemicas e leis gerais do cosmos a partir da Biologia Cultural 

    Ainda lendo o livro Habitar Humano de Ximena Dávila e Humberto Maturana, topei com um resumo das leis sistêmicas que ajudam a entender o operar dos seres humanos.

    Na minha opinião, algumas dessas leis ajudam a entender o operar de qualquer sistema, em particular as leis # 3, 4 e 5.

    Os sistemas não são em si, ou seja, eles só existem quando um observador o distingue, e este observador pode ser inclusive o próprio sistema ou alguém que está dentro ou fora dele. Vamos às leis sistêmicas:

    O saber
    Lei # 1: tudo o que é dito é dito por um observador a outro observador que pode ser ele próprio ou ela própria.

    O fazer
    Lei # 2: tudo o que é feito é feito por um ser humano no âmbito da antroposfera que surge com ele.

    O suceder
    Lei # 3: cada vez que num conjunto de elementos começam a se conservar certas relações, abre-se espaço para que tudo mude em torno das relações que se conservam.

    O escolher
    Lei # 4: a história dos seres vivos em geral e dos seres humanos em particular tem seguido e segue um curso definido em cada instante pelos desejos, pelas preferências, pelas ganas, pelas emoções em geral.

    O operar
    Lei # 5: todo o sistema humano e não humano opera perfeito quando opera; não existe a disfuncionalidade no operar de um sistema.

    Estas leis foram retiradas do Apêndice I do livro Habitar Humano.

     
  • richieri 11:59 on 23/07/2010 Permalink | Reply
    Tags: biologia, cultural, eras, humanidade   

    Eras psíquicas da Humanidade 

    Estou lendo atualmente o livro Habitar Humano, de Humberto Maturana e Ximena Dávila Yañez. Inicialmente o livro propõem um olhar sobre uma ensaio possível sobre a evolução do habitar humano em eras psíquicas.

    Essas eras definem um emocionear contidiano que guiavam o viver humano. Obviamente que trata-se de uma evolução que ocorreu de forma sutil e gradiente.

    Faço aqui então um descrição dessas eras e a tradução de um descritivo delas feitas pelo meu amigo Ignácio Muñoz, num “pizarron” aqui da Papagallis:

    Era arcaica

    Origem do Humano, na origem da família. “O amar era um suceder espontâneo”
    Homo sapiens-amans amans, 3 milhões de anos

    Era matrística

    Expansão cultural em torno da unidade psiquica da existencia. O amar como conviver desejado. Isto começa a se perder com o surgimento da desconfiança do mundo natural.

    Era do apoderamento ou apropriação

    Origem do patriarcado ou patriarcalismo. Apropriação da verdade e veneração da autoridade. Atitude de acumular e possuir tudo, sem se importar com os outros. Ter a mesma coisa que os outros tem.

    Era psíquica moderna

    Origem do capitalismo. Expansão do pensamento científico e tecnológico. Dominio da autoridade e alienação no poder e no lucro. Teorias guiam o viver humano.

    Era pós-moderna

    Origem da dominação cultural da ciência, da tecnologia e do dinheiro. Tentação da onipotencia. Cegueira de ter a certeza que “sabemos que podemos fazer tudo o que imaginamos ser possível se operamos com as coerências do mundo que conhecemos.

    Era pós-pós-moderna

    Possível origem de uma cultura de bem-estar e da harmonia entre biosfera e antroposfera. Surgimento da reflexão e da ação ética consciente. O ver e o sentir a dor e o sofrimento na Bio-Antroposfera que vem na alienação da onipotência.

     
  • richieri 13:49 on 16/07/2010 Permalink | Reply
    Tags: , conference, , maestro, virtual   

    Fazendo conversações de grupos distribuídas com o Maestro Conference 

    Há algum tempo trabalho com facilitação de grupos de conversação usando ferramentas de conversação presencial tais como World Café, Open Space e conversações cibernéticas, onde grandes grupos podem se separar e terem conversas locais, para que depois possam realizar conversações transversais ou compartilhar as conversações locais com um grande grupo.

    O pessoal da comunidade The World Café, apontou uma ferramenta como a melhor opção para este tipo de encontro e realizou um Café virtual piloto! Trata-se do Maestro Conference.

    Compartilho aqui então um video retirado do site deles, que explica de um jeito bem fácil qual é o funcionamento conceitual da ferramenta:

    Meu próximo passo e marcar uma sessão experimental com amigos. Se você estiver interessado em participar, por favor, deixe um comentário no meu blog e te informo desta sessão experimental!

     
    • richieri 14:29 on 19/07/2010 Permalink | Reply

      hum, me frustrei! o Maestro Conference só funciona se você ligar de um telefone fixo para um numero nos EUA =\

  • richieri 8:33 on 28/05/2010 Permalink | Reply  

    Pré conceito pode ser bom? 

    Adaptação de um email que enviei pra meu grupo de estudos de Biologia Cultural.

    Estava refletindo sobre nomear coisas, relacionamentos e pessoas.

    Quando eu coloco um substantivo em algo, numa relação ou em alguém, acabo me relacionando com isto a partir de algum tipo de expectativa, mesmo que sutil.

    Não digo uma expectativa grandiosa… uma sutil, mas que está lá, que não necessariamente gera sofrimento mas que acaba determinando a solidez que eu enxergo numa pessoa e no operar dela ou num relacionamento.

    Não estou colocando isto como bom ou ruim, só dizendo como isto se passa comigo.

    Vamos supor que tenho um amigo chamado Dalton (e tenho hehehehe)..

    Quando digo “Dalton”, me vem uma imagem dinâmica dele à mente. E quando vamos nos encontrar pra alguma reunião, mesmo que sutilmente existe em mim uma espécie de “pré concepção” do Dalton que vou encontrar e da dinâmica que eu acredito que ele conserva. Isso é uma expectativa? Um pré conceito?

    Se eu não tivesse esse pré concepção do Dalton que vou encontrar, será que eu iria ter o desejo de vê-lo?

    Será que “conhecer” é distinguir algo ou alguém (e seu operar) e fazer guardar uma imagem disso em nós mesmos?

    Reflexões de sexta para mim :-)

     
  • richieri 18:53 on 22/04/2010 Permalink | Reply
    Tags: Profissionais da saúde. Processo de cura. Exclusão so   

    Um artigo que aborda a questão da doença a partir do pensamento sistemico 

    Hoje tive a feliz surpresa de me deparar na Web com mais uma brasileira que trabalha com saúde a partir do pensamento sistemico e cita por muitas vezes Morin e Maturana.

    É a fisioterapeuta Laura Patrício de Arruda que entre outros artigos escreveu este que aborda a questão da doença, chamado “O profissional da saúde e os dois lados da doença: da exclusão ao empoderamento do sujeito”

    Entre os trechos que mais gostei é um que mexeu com um paradigma muito sutil em relação a questão da recuperação de uma doença, nesta frase do artigo:

    “Partindo do pressuposto de que a doença implica, inevitavelmente, uma crise para o doente, sobretudo acerca do seu papel social, um processo de cura não pode ser somente um retorno linear a um estado anterior, mas sim um restabelecimento de uma nova harmonia, que compreende as cicatrizes do estar, ou do ter estado doente”

    O Link original para o artigo

    PDF armezado aqui no meu site

     
  • richieri 21:30 on 29/03/2010 Permalink | Reply  

    A história de cada um 

    Uma reflexão inacabada sobre como nossas histórias determinam nosso fazer.

    Você já deve ter respondido algumas vezes a pergunta “Quem sou eu”. Pelo menos quando você preencheu o perfil do orkut não é mesmo?

    As respostas que damos a esta pergunta, nunca dão conta de expressar tudo que realmente somos. Quando respondemos o que somos, na maioria das vezes lembramos da história da nossa vida para podermos explicar a partir daí o que somos no presente.

    Quando olhamos para nosso passado, estamos na verdade olhando (no presente) para histórias ou narrativas que conservamos de nós mesmos. Lembra da história do seu primeiro beijo? Ou você se lembra da história do seu primeiro namoro? Sejam fatos pontuais ou eventos que duraram meses, sempre conservamos uma emoção e uma explicação sobre nosso passado. Essa explicação não é a experiência em si, é só uma explicação ou uma narrativa (cheia de emoção é claro) do que aconteceu. E uma explicação nunca substituirá uma experiência já que vivemos apenas o momento presente.

    Nossa história está registrada em todo nosso corpo – na mente, em marcas, na nossa postura, na voz, na fala, no linguajear, no nosso emocionar de todos os dias – e nosso corpo é o “instrumento” que temos para manifestar nosso viver e para experimentar o fluir do viver. Estou falando de corpo no sentido mais amplo da palavra, contemplando então toda esta magnifica estrutura fisíca, mental e espiritual.

    Geralmente temos uma explicação para cada marca ou característica do nosso corpo. Eu mesmo tenho um desvio na coluna e uma explicação para isso, uma história que conta como isso aconteceu, como eu me relacionei com isso durante minha vida ou qual é minha explicação holistica para o assunto.

    Esse conjunto de narrativas de nossas vidas, determinam nosso comportamento no dia de hoje. Essas histórias conservam junto com elas valores e coerências que mantemos a cada nova experiência que vivemos. Então explicamos e justificamos nossos atos no presente, a partir de nossa coerência histórica. De alguma forma então, essas explicações que fazemos de nós mesmos nos limitam em cada ato presente. Nossos limites muitas vezes surgem a partir de alguma história/explicação/narrativa que nos explica e determina nosso jeito de ser.

    Uma mulher é casada há 15 anos e tem sido uma pessoa super dedicada ao casamento durante todo este tempo. A história deste casamento bem sucedido que esta mulher conserva, faz com que ela seja uma mulher dedicada a seu marido, a ponto de abrir mão de fazer coisas que ela deseja para se dedicar ao casamento.
    Então um dia ela descobre que o marido a trai já há 10 anos com outra mulher… com isso, a narrativa que ela conservava sobre sua vida muda e surgem a ela novas possibilidades de reflexão e ação.

    Podemos então narrar nossa experiências de outras maneiras. Um fato novo surge e então temos uma nova dimensão de algo que se passou em nossa vida e a partir daí uma nova explicação surge para nós e abre novas possibilidades de ação e reflexão.

    Se refletirmos sobre nossa vida, podemos também gerar espontaneamente novas explicações sobre nosso viver, que tiram nossos limites ou criam outros, mas ainda estaríamos vivendo nos relacionando com o presente a partir das lentes de nossas histórias de vida.

    Esta reflexão está em aberto para mim. De qualquer forma, me pergunto e compartilho a reflexão:

    • É possível viver neste momento presente? É possível estar neste presente, na candura de uma criança que está começando seus passos, sua caminhada?
    • Quais são os limites que conservo conservando as histórias que conto sobre mim, da maneira que as conto?
     
    • Mariglê 6:51 on 28/12/2010 Permalink | Reply

      Gostei! gostei muito!

      • richieri 9:03 on 28/12/2010 Permalink | Reply

        Então clica em “Curti!”, esse botãozinho que tem do facebook heheheeh :-)

        E você Mariglê, não vai fazer sua provocação à reflexão? O que você se pergunta ao ler esse texto aí?

        Bjo!

  • richieri 13:03 on 26/09/2009 Permalink | Reply  

    ISE – Indice de Sustentabilidade Empresarial 

    ISEUm dos trabalhos que a Papagallis reliza, está ligado à conversações em comunidades empresariais, que desejam se tornar mais sustentáveis.

    Mas o conceito de sustentabilidade é bem amplo, e cada um de nós tem (ou não) uma definição para ele. Existem entretanto alguns instrumentos que ajudam nós seres humanos a investigarmos as condutas de nossas organizações através do paradigma da sustentabilidade. Um deles é o Indíce de Sustentabilidade Empresarial (ISE), desenvolvido continuamente pela FGV, Bovespa e outras entidades que estão ao redor do tema.

    Uma vez ao ano, empresas são convidadas a tentar entrar neste índice da Bovespa, através do preenchimento de um questionário de mais de 100 perguntas, divididas em 6 dimensões da sustentabilidade.

    Isto já difere o ISE do triple bottom line, que considera as dimensões sociais, economicas e ambientais na sustentabilidade. O ISE adiciona mais 3 dimensões.

    Abaixo coloquei as definições dessas dimenções do ISE a partir do artigo Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE): O impacto do anúncio da Carteira e o Retorno ao Acionista, Edson Aparecido Dias e Lucas Ayres Barros:

    As seis dimensões do Índice de Sustentabilidade Empresarial o Questionário do ISE é revisado anualmente pela BOVESPA e, até o ano de 2006 foi dividido em seis diferentes dimensões. A seguir será apresentada uma descrição destas dimensões, e os principais componentes que são avaliados em cada uma delas:

    I) Dimensão Geral

    A dimensão geral engloba os compromissos fundamentais e voluntários da companhia em relação à sustentabilidade, e a sua ampla divulgação. Nesta dimensão são medidos critérios relacionados à transparência e a forma de reportar ações de sustentabilidade, por meio do balanço social e relatório anual; são incluídos critérios de consistência das diretrizes, cujo objetivo é confrontar as ações práticas, com a estratégia corporativa; e também, critérios de utilização de informações pertinentes aos clientes.

    II) Dimensão Natureza do Produto ou Serviço

    Nesta dimensão são medidos os impactos e riscos que o consumo e utilização dos produtos fabricados pela empresa podem causar aos indivíduos e à sociedade. Há, também,
    critérios que avaliam o quanto a empresa está exposta a sanções judiciais ou administrativas.

    III) Dimensão Governança Corporativa

    Na dimensão governança corporativa são avaliados diversos fatores pertinentes ao assunto, como, temas relacionados aos critérios de propriedade, proteção dos minoritários, transparência na divulgação de informações; critérios relacionados ao conselho de administração, sua estrutura, atividades e remuneração; critérios de qualidade na gestão, forma de contratação de diretores executivos; e, critérios de condução e tratamento dos conflitos de interesse.

    IV) Dimensão Econômico-Financeira

    Nesta dimensão, o questionário avalia os processos de planejamento estratégico, a gestão dos ativos intangíveis e qualifica a empresa em relação aos riscos diversos. Há,
    também nesta dimensão, os critérios relacionados ao desempenho financeiro e lucratividade e os critérios de cumprimento das normas legais de apresentação dos resultados.

    V) Dimensão Ambiental

    Na dimensão ambiental, verifica-se a existência de política corporativa ambiental; analisam-se critérios de responsabilidade socioambiental, bem como, gerenciamento e monitoramento das políticas socioambientais. Há critérios que também avaliam o posicionamento da empresa, no tocante ao consumo de recursos e emissão de resíduos e, finalmente, critérios relacionados ao cumprimento legal dos quesitos ambientais. Nesta dimensão existe uma variação do questionário para instituições financeiras. Esta diferenciação ocorre devido às características peculiares deste tipo de empresa.

    VI) Dimensão Social

    Na Dimensão Social, são avaliados critérios relacionados às relações de trabalho e formas de discriminação (raça, cor, gênero, orientação sexual); critérios de conduta empresarial, ética e, relações com o público interno (empregados) e externo (comunidade). Há critérios que formalizam as relações com os fornecedores e parâmetros para medir o quanto a empresa influencia e exige os mesmos padrões éticos em sua cadeia de suprimentos, por meio de avaliação sistemática de seus fornecedores; existem nesta dimensão, também indicadores de avaliação das demandas e satisfação dos clientes, bem como, indicadores de desempenho e cumprimento legal na esfera social (clientes, consumidores e fornecedores).

    Veja aqui o Questionario 2009 do ISE

    Página do ISE no site da Bovespa

     
  • richieri 20:37 on 18/08/2009 Permalink | Reply  

    Minha Certificação em Biologia Cultural 

    3831963050_43fe8b95ca_bComecei na semana passada meu processo de certificação em Biologia Cultural com o professor Humberto Maturana e a Dra. Ximena Davila, pela Unindus em parceria com o instituto Matriztico do Chile.

    O processo dura 3 anos, entre encontros de uma semana presenciais a cada 3 meses e grupos de reflexão que ocorrem de tempos em tempos.

    A biologia cultural nos mergulha num linguajear novo que é construído a partir do fundamento humano, o amar. Os seres humanos nascem na confiança de serem cuidados e isto é biológico. Nascemos como seres frágeis e dependemos do cuidado de um outro ser que se manifesta através da aceitação total do filhote como legítimo “outro”.

    Este fundamento é traído em algum momento da nossa epigénese e passamos a entender a competição como um fundamento da espécie, mas não é. Este processo nos ajuda a entender em que momento esta “traição” cultural ocorre e nos ajuda a voltarmos a nossa essência amorosa e reflexiva.

    Não imaginei que eu me daria esta oportunidade de viver este processo, mas enfim, tudo conspirou a favor de eu estar neste curso, juntamente com vários consultores, psicólogos, jornalistas, enfim, gente interessantíssima.

    Pra quem tiver interesse, haverá uma nova turma em São Paulo de 3 a 5 de Novembro de 2009.

    Você pode conseguir mais informações sobre esta nova turma no site da Unindus:

    http://www.unindus.org.br

     
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