March 21st, 2007 — richieri
Arveres somos Nozes
EitA tchá!
O Virtua, em Sorocaba, começou a cobrar limite de tráfego (pelo menos de
alguns usuários). Trabalho em uma empresa e contratamos aqui o Virtua
Megaflash de 4Mbits e hoje recebemos uma ligação dizendo que seremos cobrados
por ter passado nosso limite de 40GB de download mensal. Já passamos em 45 GB
há 10 dias e somente hoje eles nos avisaram. O problema é que em Janeiro,
utlizamos 150Gb e ninguém falou nada, em Dezembro utilizamos 100GB e ninguém
falou nada.
Minha empresa é um caso a parte. Assinei apenas um termo de adesão, não
assinei contrato nenhum. No termo de adesão há clausula dizendo que li o
contrato que acompanhava o termo. Não foi, no entando, encaminhado nenhum
contrato e escrevi isto no rodapé do termo. O técnico ficou de me encaminhar
o contrato e até hoje nada (já faz uns 6 meses que pedi o Virtua Megaflash!).
Dessa forma, minha empresa tem como se proteger um pouco desse abuso.
O interessante foi quando eu liguei para a central de atendimento do Virtua e
perguntei para a atendente porque que não fomos cobrados nos meses
anteriores… Ela disse “Infelizmente, teve ter ocorrido um problema na
medição do senhor nos meses anteriores…” e eu disse: “Infelizmente pra
quem?”
Que pena que a cultura do Virtua é a de exploração e não a de colaboração.
No dia 12/03/2007 tivemos uma aula muitíssimo interessante com a Rosane Almeida no Teatro Escola Brincante. Foi um encontro de extrema importância pra mim, por que conversamos, ou melhor, ouvimos atentamente e com grande interesse a Rosane falar sobre o por que da existência daquele grupo, daquela escola, daquele curso, e fiquei muito surpreso pelas palavras dela.
Antes de iniciarmos a conversa, assistimos um vídeo da série Danças Brasileiras sobre 2 folguedos populares, o “Reizado” e o “Cavalo Marinho”.
Iniciamos a conversa após o vídeo.
(Infelizmente não gravei perfeitamente as palavras dela, então vou dizer daqui pra frente o que lembro e entendi daquela conversa.)
A Rosane começou falando desses reizados, dizendo que essas manifestações ocorrem nesta época que vai mais ou menos do Natal (25/12) até o dia de Reis (06/01), ou seja, um período de aproximadamente 15 dias. Na verdade, a grande maioria dessas manifestações ocorrem em decorrência (supostamente) dessas festas colocadas no calendário cristão e há registro dessas manifestações com mais de 500 anos atrás, ou seja, são procedimentos trazidos pelos europeus para o Brasil.
O que aconteceu é que, devido à posição geográfica de cada povo, essas manifestações tomaram algumas formas. Por exemplo, em regiões onde a pecuária ou o “boi” era mais ativo, houve a incorporação do boi nessas manifestações e, em alguns casos, o boi se tornou o personagem principal da festa, com direito a morte e ressureição do mesmo. Outras regiões tiveram outros desdobramentos. No Sul por exemplo, havia mais folguedos em salões, provavelmente por influencia do clima, e assim surgiram outros tipos de reizados. Em regiões canavieiras, outros tipos de folguedos também surgiram.
Em Pernambuco, por algum motivo X ou Y (alguém pode me ajudar a completar isso?), possuia a maioria dessas variantes: os canaviais, os bois, salões, etc, e lá surgiu por exemplo o Cavalo-marinho, que é uma mistura de teatro, danças, brincadeiras e música.
Mas uma das coisas que a Rosane enfatizou é que, a cultura popular brasileira, é fruto da essência do homem e, por isso, é uma forma de conectar o homem com sua essência, com sua origem. Ela aprofundou a conversa dizendo que essas manifestações cristãs não tiveram sua origem na igreja. A humanidade sempre celebrou seus períodos de colheita, os solstícios e outros eventos. A igreja adaptou seu calendário e sua forma à essas celebrações já existentes, talvez como forma de obter controle sobre as pessoas à longo prazo. Sendo assim, se fizermos uma regressão, perceberemos que as danças e manifestações que estamos cultivando hoje, são as mesmas manifestações que aconteciam na chegada dos europeus ao Brasil, são as mesmas manifestações que ocorriam nas festas das colheitas.
O que ocorreu foi uma adaptação dos brincantes para representar as novas imagens criadas pela humanidade como reis, rainhas, reinados, soldados (personagem do cavalo marinho), etc. Mas a essência é a mesma, a celabração é uma necessidade talvez intrinsica do ser humano.
A conversa aprofundou mais ainda quando a Rosane falou do motivo pelo qual o ser humano (os da cidade) tem essa imensa dificuldade de achar sua função, sua motivação. O ser humano atual recebe as imagens em sua mente, através de propagandas, através de músicas comerciais, e por necessidade da natureza do homem, ele tem que viver aquelas imagens da qual ela cultiva. Assim, o corpo, os atos do ser e o pensamento dele se molda à essas imagens. Antigamente não era assim… A humanidade sempre criou imagens a partir de sua vivência e de seus sonhos, ou seja, de dentro para fora. Os portugueses sonharam com outras terras antes de navegar. Agora, as fantasias colocadas pela mídia faz com que as pessoas desejem viver as imagens fantasiosas que são despejadas em nossas mentes, através de nossos sentidos e nosso corpo tende a acompanhar. Sendo assim, houve uma espécie de inversão da vida, que está ocorrendo de fora para dentro.
Daí o assunto rolou… me lembrei em silêncio do filme “Quem Somos Nós?“, da parte em que se fala dos peptídeos, alias, de várias partes. O tema foi aprofundando e quando percebi estavamos ouvindo a Rosane falar de religação (ou religião) através da dança. Falou de como o camarada que está dançando cavalo marinho entra em transe… comparou esse transe como equivalente ao transe que um iogue entra.
E nesse ponto da conversa entendi finalmente o que me interessa nessa história de Dança Populares Brasileiras. Nela existem todos os elementos para nos reencontrarmos com nossa essência, com a criança, com a pureza interior, com a consciência.
Estive apanhando (quase literalmente) de algumas instalações de Kubuntu que fiz durante os últimos 6 meses. Instalei o SO em computadores Dell Optiplex… Máquinas ótimas, mas um problema me perseguiu durante esse tempo. A resolução máxima das máquinas era 800×600. Após muita pesquisa e quase desistindo de encontrar a solução, resolvi olhar o log do Xorg de uma máquina. Com isso, descobri que a placa de vídeo perguntava ao monitor (através de um treco chamado DDC) quais eram as frequencias que ele suportava e, o monitor, respondia que a maior era 800×600. Bom, como já tinha observado que aquele monitor fazia 1024×768 no Windows, no Slackware e no Ubuntu com driver Vesa, resolvi correr atras de mais informações, e achei a solução (finalemente!):
Existem dois problemas:
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xorgcfg -textmode
sudo dpkg-reconfigure -phigh xserver-xorg
* Abra um terminal; * Reconfigure o xorg.conf, adicionando as frequencias do monitor no arquivo: $ sudo dpkg-reconfigure xserver-xorg
* Responda as perguntas de forma correta e, quando solicitado, diga que deseja armazenar as configurações do monitor no arquivo de configurações; * Após o terminar o comando dpkg-reconfigure, edite o arquivo /etc/X11/xorg.conf: $ sudo pico /etc/X11/xorg.conf
* adicione a seguinte linha na seção "Device": Option "NoDDC"
* De modo que a seção fique da seguinte forma:
Section "Device"
Identifier "Intel ....XXX"
Driver "i810"
BusID "PCI:0:2:0"
Option "NoDDC" # <-Linha adicionada
EndSection
* Salve o arquivo de configuração pressionando F2 (será necessário confirmar com Y ou S dependendo do idioma do seu sistema) * Se você estiver utlizando o Ubuntu, Xubuntu ou Edubuntu, reinicie o GDM: $ sudo /etc/init.d/gdm restart
* Caso esteja utilizando o Kubuntu, reinicie o KDM: $ sudo /etc/init.d/kdm restart
John McLaughlin and Paco de Lucia – Frevo Rasgado (live)
De onde nossos amigos tiram tantas notas?
Nossos irmãos indo ao campo de extermínio
Originally uploaded by Ronaldo Richieri.
Hoje fui à São Paulo, pegar meu acordeon que ficou com o Manuel (também conhecido como Mané por alguns). O Manuel é “O CARA” da captação para acordeon. Vários caras bons recorrem à ele para botar a captação. Bom, isto é para um outro post….
Neste post gostaria de mostrar minha tristeza em relação aos sofrimentos causados aos animais que nós seres humanos subjulgamos e comemos ao nosso bel prazer.
Nesta minha viagem de hoje, vi dois caminhões que transportavam porcos, indo à São Paulo. Tirei uma foto disso e, mais uma vez, fiquei imaginando o tamanho da loucura do ser humano… Vejamos bem:
- Os porcos não querem estar lá definitivamente;
- Nenhum ser humano gostaria de viajar dessa forma, presos e batendo a cabeça;
- Nenhum ser humano gostaria de viajar com os ocupantes da cela de cima cagando nos da cela de baixo;
- Com certeza deve ser muito dolirido!
Porque as pessoas acham isso tudo tão normal?
É gente, realmente o Photoshop não vai rodar no Linux… Sabe como é, todo mundo reclama que não dá pra adotar o Linux por que o Photoshop não roda no Linux…
Olhem só a reportagem que saiu no GuiadoHardware, do morimoto:
A Adobe anunciou que um de seus produtos mais famosos, o Photoshop, terá uma versão online gratuita dentro de seis meses.
A empresa atualmente possui uma organização para produtos online, com seu Adobe Remix, uma ferramenta para edição de fotos. O Remix é uma versão simplificada do Adobe Premiere Elements, que também é oferecido gratuitamente pelo Photobucket.
Assim como o Remix, o Photosop online será oferecido através de patrocinadores. A versão deverá mostrar anúncios para poder ser disponibilizada a todos os usuários.
Esta é uma reação da Adobe às recentes aplicações online do Google, com o Docs e o Spreadsheets, editores online de textos e tabelas oferecidos gratuitamente. Também é possível o Google lançar uma versão online do Picasa, que já é gratuito, porém, pode concorrer com o Photoshop online. Segundo a Adobe, não há preocupação com concorrências, pois o aplicativo online será uma versão limitada de um produto comercial, assim como será oferecido ferramentas exclusivas.
A versão online do Adobe será a primeira de uma série de transições que irão integrar serviços online no modelo de negócios da Adobe. A empresa também pretende disponibilizar a versão completa do Photoshop via Internet, mediante um pagamento, já que este é um dos líderes em venda no ramo de edição gráfica.