links for 2009-01-30

Atualizando a BIOS de seu Dell com c/ Ubuntu 8.10

Mais uma artigo técnico :-|

Esses dias vi que existia uma versão mais nova de uma BIOS para meu laptop Dell Latitude D600 (a última é a A16).

Para atualizar o laptop, é necessário gerar um disquete executando um aplicativo fornecido pela Dell a partir do Windows.

Mas existe uma alternativa para quem utiliza o Linux :-)

ATENÇÃO: Faça por conta e risco, atualizar a BIOS pode dar pau ok?! Cuidado!!!! Se não tiver certeza do que está fazendo, peça para alguém fazer!!!

Vamos ao passo ao passo:

Baixe a Bios mais atual de seu Dell.

Verifique qual é a versão de sua BIOS:

No terminal, execute:

sudo dmidecode -s bios-version

Acesse o FTP da Dell e encontre o arquivo mais recente para seu equipamento:

ftp://ftp.dell.com/bios

Instale o utilitário Biosdisk

  1. Faça o download do ultimo tarbal no site http://linux.dell.com/biosdisk . A última versão que baixei é a 0.75-2
  2. Abra o terminal e extraia o arquivo:

    tar -zxvf biosdisk-0.75-2.tar.gz

  3. Acesse o diretório extraído:

    cd biosdisk-0.75-2

  4. Agora é necessário instalar dois pacotes que são vitais para o funcionamento do Biosdisk:

    sudo apt-get install tofrodos syslinux

  5. Instale o Biosdisk com o comando abaixo:

    sudo ./install.sh

    Pra verificar se tudo deu certo, execute o biosdisk sem parametros:

    sudo biosdisk

Instalando a nova versão da BIOS de seu equipamento:

Execute no terminal:

sudo biosdisk install ~/Desktop/D600-A16.exe

Troque “~/Desktop/D600-A16.exe" pela localização do arquivo que você baixou do site da Dell.

Este comando vai criar uma entrada no seu grub. Infelizmente precisaremos arrumar essa entrada no arquivo de configuração do grub:

sudo gedit /boot/grub/menu.lst

As seguintes linhas foram adicionadas (provavelmente):

title D600_A16.img
root
kernel /boot/memdisk
initrd /boot/D600_A16.img

Seu trabalho agora é deixar essas linhas da seguinte maneira:

title D600_A16.img
uuid        91f995b7-57a0-4525-9f21-018b9d2308f3
kernel /boot/memdisk root=UUID=91f995b7-57a0-4525-9f21-018b9d2308f3
initrd /boot/D600_A16.img

Note que eu adicionei duas informações. A primeira é a linha “uuid 91….” e o “root=91…” da linha “kernel…”. Você precisa pegar essas informações de seu arquivo menu.lst. Essa linha encontra-se já em seu arquivo abaixo da entrada referente ao Ubuntu, por exemplo:

“…

title        Ubuntu 8.10, kernel 2.6.27-11-generic
uuid        91f995b7-57a0-4525-9f21-018b9d2308f3
kernel        /boot/vmlinuz-2.6.27-11-generic root=UUID=91f995b7-57a0-4525-9f21-018b9d2308f3 ro locale=pt_BR quiet splash
…”

Depois do arquivo ajustado, você precisa atualizar seu grub:

sudo grub-install hd0

Depois reinicie seu PC, e quando a tela do Grub surgir, escolha D600_A16.img ou a linha que você criou.

Daí pra frente é contigo!

Lembre-se, só siga este tutorial se você ja tiver um certo conhecimento com Linux ok?

Falou!

É fim de mês – Raul Seixas

Minha experiência com a implantação do OTRS em uma grande empresa

Neste início de ano, iniciei uma reflexão sobre as coisas que fiz no ano passado. Me lembrei então de uma experiência muito positiva com um software livre que implantei numa grande empresa e do ótimo resultado que tivemos com ele.

Como não havia compartilhado isto anteriormente, achei super importante dar o meu “testemunho” sobre o sucesso da implantação do software livre em uma grande empresa.

Mais ou menos em agosto de 2008, fui chamado por esta empresa, uma rede de academias com 14 unidades na cidade de São Paulo e mais algumas fora dela, através do meu amigo Algarra que prestava consultoria para eles.

O problema era o seguinte: após a implantação de um novo site, vários emails começaram a cair na caixa dos gerentes dessas 14 unidades. Esses emails tinham vários caráters: sugestões, reclamações, solicitações de matrícula e passes livres para que pessoas interessadas pudessem frequentar alguma academia durante uma semana antes de virar cliente.

A quantidade de emails que chegavam era tanta que os gerentes não estavam dando conta de responder e encaminhar essas solicitações para a área de vendas de sua unidade. Alguns clientes ficavam esperando até um mês para receber uma resposta.

Foi aí que sugerimos a implantação do OTRS (Open Ticket Request System). Não encontramos (eu e o Algarra) nenhuma resistência por parte da diretoria da empresa pelo fato do sistema ser Open Source.

Trabalhei durante um mês aproximadamente para fazer a parametrização do sistema, pra se adequar ao modelo de negócio da empresa. Fizemos mais 3 semanas de um piloto em uma das unidades da rede de academias.

O resultado foi super bom, os clientes começaram a ser atendidos em pouquissímo tempo. Alguns ficavam espantados, por que recebiam uma ligação dos atendentes da empresa 10 minutos depois de eles terem preenchido o formulário de contato no site.

Além disso, os gerentes foram completamente liberados da função de encaminhar as mensagens para os responsáveis pelas respostas. O sistema faz isto automaticamente.

Pelo fato do sistema ter o Código Aberto, consegui conectar sua autenticação de usuários com o sistema de emails da empresa. Dessa forma, os usuários conectam no sistema com a mesma conta e senha que utilizam para acessar seu webmail.

A maior dificuldade que tive na implantação do sistema foi no treinamento das pessoas. Na verdade, não no treinamento, mas o primeiro contatos que os usuários tiveram com o sistema fez com eles pensassem que teriam mais uma tarefa para fazer. Ainda bem que logo na primeira semana de uso, todos perceberam que a ferramenta facilitaria muito o processo deles no dia a dia.

Na parte técnica, o OTRS mostrou-se super estável. Não encontrei nenhum bug até agora. Sua interface é bem simples e leve, o que foi favorável pra gente já que só foi necessário instalar um servidor e todas as unidades da rede de academias acessava remotamente este servidor, com um desempenho ótimo.

Fica aqui então meu relato e o endereço do site do OTRS, pra quem se interessar e quiser saber de mais casos de sucesso:

http://otrs.org/

Funcionalidades:
http://otrs.org/feature/

Quem usa o OTRS?
http://otrs.org/praise/

links for 2009-01-07

  • mbrar que se a língua padrão do sistema for alterada para português do brasil, o Cedilha funcionará automaticamente. Para tal, vá no menu System / Administration / Languages Support e mude o padrão para português. Mas, se você é como eu que odiou aquela pasta Área de Trabalho no seu home e quer manter o inglês, siga os passos abaixo.

Instalar Skype no Ubuntu 8.10

Parece que o mesmo procedimento do 8.04 funciona no 8.10.

Abra o terminal terminal: Aplicativos -> Acessórios -> Consola

Execute estes 3 comandos, um de cada vez :-)

sudo apt-get install libqt4-gui
wget -c -O /tmp/skype.deb http://www.skype.com/go/getskype-linux-ubuntu
sudo dpkg -i /tmp/skype.deb

Depois de executar isso, o skype vai estar instalado no menu Aplicativos -> Internet -> Skype

Aqui funcionou.

Créditos ao Bruno Grasselli que publicou este tutorial para o Ubuntu 8.04 no “Viva o Linux”

http://www.vivaolinux.com.br/dica/Instalar-Skype-no-Ubuntu-Linux-8.04

links for 2009-01-06

Novos radares fixos em Sorocaba

Direto do site da Urbes:

Fiscalização eletrônica

Dois novos pontos de radares fixos são implantados

A
Urbes – Trânsito e Transportes implantou dois novos pontos de radares
fixos que entrarão em funcionamento a partir de janeiro de 2009. Os
equipamentos foram instalados na avenida Armando Pannunzio, em frente à
STU, e na avenida Camilo Júlio, perto do Saae, e já estão recebendo a
sinalização necessária. 

A Urbes alerta que esses dois novos pontos, somados aos 100 já em
operação totalizam os 102 pontos fixos de radares de fiscalização de
velocidade previstos em contrato com a empresa Engebrás. 

O presidente da Urbes, Renato Gianolla, lembra que os equipamentos
fixos funcionam em sistema de rodízio, ou seja, dos 102 radares
instalados, apenas 20 estarão em operação diariamente.

Divulgação

A relação com o total dos 102 pontos onde os radares fixos estão
instalados, a tabela completa com os valores das multas e os limites de
velocidade de cada via, assim como a lista com as seis vias onde os
radares estáticos (móvel) operam, também estão no site da Urbes. 

Desde que os radares voltaram a funcionar em Sorocaba, em julho de
2006, toda sexta-feira também é colocada no site uma relação com as
seis vias onde o radar estático estará na semana seguinte. Essa relação
sempre é válida da segunda-feira até o domingo. Gianolla esclarece que
num mesmo dia o equipamento pode ser colocado pela manhã numa das seis
vias e à tarde em outra.

links for 2009-01-03

Seu Blog Wordpress em vários idiomas

Hoje estava pesquisando alguma forma de fazer com que alguns dos meus posts pudessem ser traduzidos para o Inglês automaticamente.

Meu blog é um Wordpress, então dei uma procurada rápida em plugins e achei muita coisa interessante!

Achei interessante compartilhar:


Global Translator

Esse plugin traduz automaticamente seus post para vários idiomas. Você pode escolher qual Engine utilizar. Eu escolhi o Google.

Este plugin possui um sistema de cacheamento das traduções. Ele traduz todas suas páginas e posts e coloca em subdiretórios. Por exemplo, você escreve um post que tem o link permanente http://meublog.com/Meu-post-super-legal, o plugin criará uma página para cada idioma do seu post em subdiretórios dos idiomas que você escolheu. Por exemplo: http://meublog.com/en/Meu-post-super-legal, http://meublog.com/es/Meu-post-super-legal.

Todas as traduções são feitas de 5 em 5 minutos, não menos que isso. Dessa forma o sistema evita que teu site seja bloqueado pelas Engines de tradução.

Com a Engine do google, nas primeiras vezes que o post é traduzido, ele é mostrado num IFrame. Depois que o artigo é traduzido, um cache do post é feito e este é mostrado integralmente em teu site, nada de frames!

Link: http://www.nothing2hide.net/wp-plugins/wordpress-global-translator-plugin/


Codestyling Localization

Este plugin permite que você traduza diversos temas e plugins diretamente através de seu Dashboard.

Basta instalar o plugin, e acessar seu módulo no menu Ferramentas de seu Dashboard:

Ele escaneia arquivos por trechos que podem ser traduzidos,gera arquivos .po e .mo e permite que você traduza trechos utilizando a API de tradução do Google.

Link: http://www.code-styling.de/english/development/wordpress-plugin-codestyling-localization-en

qTranslate

Permite criar post em vários idiomas, manualmente.

Você define que idiomas seu blog terá e em cada post, você terá a opção de preencher  título, corpo e outros campos nos idiomas selecionados:

qTranslate Editor

Link: http://www.qianqin.de/qtranslate/


iCanLocalize

ICanLocalizeEste é o mais legal de todos!

Funciona assim. Você instala o plugin em seu blog, que pode ser Wordpress, ou pode ser uma página corporativa desenvolvida em Drupal ou em outros CMS’s compatíveis.

Você entra então no site iCanLocalize, cria uma conta, cadastra seu site/blog e seleciona para quais idiomas você deseja que seus artigos sejam traduzidos.

Quando você publica um novo artigo, este é enviado automaticamente para os tradutores do iCanLocalize. Em alguns minutos ou horas seu novo artigo é traduzido e reenviado automaticamente para seu site nos idiomas que você escolheu!

Mais louco ainda! Se alguém comentar seu post, adivinha? Os caras também traduzem! E com toda certeza o resultado será muito melhor do que a tradução feita pelo Google ou qualquer tradução mecanica.

É claro que isto tem um preço, que não parece ser caro.

Link: http://www.icanlocalize.com