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  • richieri 11:21 em 29/08/2009 Permalink | Responder
    Tags: , mapas, maplink, maps, teleatlas, transit   

    Como corrigir o nome ou a direção de trânsito de uma rua no Google Maps 

    O Google Maps é uma das ferramentas que mais utilizo no meu dia a dia. Uso ele principalmente para achar a rota dos lugares que desconheço. Quase sempre dá certo! Quase…

    Já aconteceu de algumas vezes eu estar numa rua ou estrada que é nova ou mudou de direção e isso acarretou atrasos nos meus compromissos.

    Também já achei ruas que oficialmente possuem um nome diferente do que está disponível no Maps.

    Sempre ouvi pessoas reclamando que o Google Maps não era confiável por causa disso. Falavam que não era possível alterar os mapas e tudo mais.

    Resolvei então procurar e achei o caminho para fazer estas alterações. Na verdade não é o caminho para fazer a alteração, mas para sugerir a correção para a empresa responsável pelos mapas do Google Maps.

    No Brasil, a responsável pelos mapas é a MapLink, que acredito ser uma representante da TeleAtlas.

    O pedido de alterações de ser feito então a uma dessas duas empresas (ou às duas ..rs..)

    Para sugerir uma alteração para a MapLink, preencha este formulário:

    http://maplink.uol.com.br/v2/FaleConosco.aspx

    Para acessar o Map Insight, a ferramenta da TeleAtlas para correção do mapa, acesse o link abaixo:

    http://mapinsight.teleatlas.com/mapfeedback/index.php

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  • richieri 10:54 em 29/08/2009 Permalink | Responder
    Tags: , mapas, , , , , , , , urbes   

    URBES quer colocar o transporte público de Sorocaba no Google Maps 

    Há alguns meses tenho compartilhado com alguns amigos o desejo tornar disponível as informações do transporte público de Sorocaba no Google Maps, assim como a SPTrans fez em São Paulo.

    Ontem, dia 28 de agosto de 2009 (sexta-feira), fiz uma reunião na URBES com o Luis Eduardo da área de dados da URBES, com o Evair e o Adriano, esses dois últimos da área de transporte público. Apresentei a eles a idéia e para minha surpresa, descobri que a URBES já tinha esse desejo de inovar e criar esta ferramenta.

    Mostrei a eles então a API do Google e dei uma aulinha básica sobre ela, mostrei um exemplo de pesquisa e outras coisas relacionadas ao assunto. Eles me apresentaram as pesquisas que já haviam feito. Imaginamos alguns cenários possíveis em Sorocaba, como pessoas

    Na saída da reunião, os 3 representantes da URBES me falaram que querem tocar adiante o projeto de implantação e disseram que irão ficar em contato comigo para que eu possa ajudá-los (a princípio voluntariamente) a concretizar este projeto. Eu também disse que iria cobrar deles a execução do mesmo.

    Sobre o Google Transit.

    O Google disponibiliza uma API chamada Google Transit para que qualquer cidade possa colocar as informações sobre o itinerários dos meios de transporte público da cidade no Google Maps, de forma gratuíta.

    São vários os benefícios que a cidade ganha ao disponibilizar essas informações no Google Transit.

    O primeiro é para os cidadãos, que podem pesquisar quais são as formas de se chegar em algum lugar da cidade, com detalhe de preços de passagem, baldeações e distâncias a serem percorridas a pé. Veja um exemplo de São Paulo clicando aqui. Tudo isso é calculado pelo Google Maps, que  inclusive mostra mais de uma possibilidade de interligação de ônibus para se chegar ao destino, dando assim a possibilidade ao usuário de escolher se quer chegar mais rápido e/ou economizar dinheiro.

    O segundo é para a própria empresa de transporte público/coletivo. Após a formatação dos dados no padrão solicitado pelo Google, a empresa pode utilizar o software Time Table publisher para estudar de forma sistêmica quais são as melhores opções e fragilidades dos itinerários de seus veículos.

    Estou procurando quem faça isso no Brasil profissionalmente, mas por enquanto não achei as pessoas, então estou virando autodidata no assunto.

    Se você tem interesse em levar esta novidade para sua cidade, deixe seu comentário aqui e veja alguns links importantes sobre o assunto:

    http://delicious.com/richieri/transit

     
    • Luiz Algarra 0:37 em 30/08/2009 Permalink | Responder

      Boa sorte na empreita, amigo! Tá mais do que na hora de colocar Sorocaba no mapa do mundo..

    • Hudson 10:18 em 30/08/2009 Permalink | Responder

      olá amigo, não esqueça de convidar-me, pois se possível gostaria de auxiliar e aprender mais com você.

    • Américo 8:14 em 15/12/2009 Permalink | Responder

      Olá amigo,

      Estou interessado em implementar essa novidade na minha cidade, podemos trocar e-mails para entender como funciona esse Google Transit?

      Abraço

  • richieri 18:46 em 23/03/2009 Permalink | Responder
    Tags: , diagramas, mapas, ,   

    Simuladores computacionais para mapas Sistêmicos 

    Há algum tempo venho estudando junto com outros amigos Pensamento Sistêmico (a quinta disciplina da qual Peter Senge fala).

    Uma das tretas que venho encontrando é como fazer a simulação computacional de um mapa sistêmico.

    Lendo o Caderno de Campo do Pensamento Sistêmico encontrei as seguintes dicas:

    Primeiro, fazer uma simulação computacional consiste em transformar um mapa qualitativo em um mapa quantitativo.

    Para se fazer isto, é necessário identificar fluxos de recursos nos mapas sistêmicos. Exemplos retirados do livro, página 101:

    • Pessoas que fluem em um sistema de saúde;
    • Dinheiro que flui em através das contas a pagar e receber;
    • Conhecimento que flui em uma universidade.

    Além de identificar os fluxos de recursos, também precisamos identificar quais são os estados possíveis para os recursos ao fluir pelo sistema. Por exemplo, um paciente no sistema de saúde pode estar “Atendido”, “em espera”, “com Alta” etc.

    Este tipo de conversão de mapas dá origem a um “Diagrama de Estoque e Fluxo”. No Caderno de Campo, encontrei um método de 6 (grandes) passos para elaboração deste diagrama e por consequência do desenvolvimento de um simulador de voô gerencial (pág. 102):

    1. Identificar recuros no sistema;
    2. Identificar estados dos recursos;
    3. Identificar operações que transforma recursos entre estados;
    4. Modelar relações, enlaces e demais fatores que não sejam considerados recursos (estoques) ou operações (fluxos) – conversores;
    5. Quantificar as relações através de funções matemáticasm empíricas ou relações;
    6. Contruir o painel de controle.

    Mas ainda não achei a receita de bolo para aplicar isso a mapas de observação do compartamento de grupos humanos, redes sociais, etc. A busca continua…

     
    • marcelo santos 14:59 em 30/09/2009 Permalink | Responder

      Tenta fazer uma simulação :
      Junte um montão de grandalhão sanfoneiro, e diagnostique em quanto tempo a vaca vai pro brejo…..
      Vamos nos conectar no pensamento sistêmico…..

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